Bandeiras dos Palop

Bandeiras dos Palop

O nosso caminho, para a Esperança

Foto do blog planet poetry, que agradeço.
Vai mal, muito mal, a vida para os portugueses e não só.
Parece que a crise é uma espécie de metástase que percorre tudo e todos, mas selectivamente, atacando mais quem tem menos recursos. As políticas são estritamente económicas e assépticas, indiferentes ao sentir das populações martirizadas e sem esperança.

Li há dias na página do Facebook de uma farmácia, o artigo que abaixo transcrevo na íntegra, porque ele revela, ou pretende revelar, que a vida mesmo difícil, vivida só com sofrimento, custa muito mais, e é verdade, a suportar.
Afinal, mesmo com tantas dificuldades, não podemos deixar de ser gente! Temos de continuar a sentir- nos bem dentro do nosso próprio corpo, oferecendo a nós mesmos e aos outros, pequenos mimos que levantem a nossa alma e o nosso espírito. Mesmo estando em crise.
Transcrevo por isso esse texto, porque ele é importante para todos nós. Homens e mulheres! Leiam...

A influência das TROIKAS

O Orçamento de Estado de 2013 e a influência "das TROIKAS" no quotidiano de um povo que apenas deseja duas coisas: paz e trabalho.

Eis o mote para, uma vez mais, relembrar o que pensei e escrevi há um ano atrás, neste mesmo blogue.

Hoje mesmo, foi aprovado o OE para 2013 e a Assembleia da República e os seus devotos deputados deviam estar de parabéns mas, infelizmente, não estão! E não estão porque aprovaram um orçamento que é claramente contra as mais elementares necessidades de um povo que já se situa na cauda da Europa há muito. Depois deste orçamento não ficaremos pela cauda da Europa, mas bem pela cauda de alguns Países da América Latina, onde a democracia, a justiça, a solidariedade e o respeito pelo cidadão, são apenas distantes miragens!

Pobre Portugal!

Quantos Conselheiros de Estado vimos na televisão apregoar alto e bom som que o governo estava errado no caminho? Quantas figuras credíveis, no mesmo local, disseram o mesmo?

Pois bem. O Conselho de Estado reuniu com opulência e circunstância e dessa reunião nasceu um SIM.
SIM, contra tudo o que aparentemente disseram de véspera!

O Conselho de Estado, não pode e não deve ficar apenas remetido a este papel mais ou menos apagado que ninguém entende. É urgente que apareça um Conselho de Estado ou um Conselho de Guardiões do Estado, que seja isso mesmo. Guardar e defender os interesses do Estado, logo, do seu Povo. E com poderes executivos para, sistemáticamente,  poder fiscalizar a actividade do governo e, naturalmente, dos governantes.

Mais haveria para dizer, mas digo apenas: Ninguém tenha dúvidas: existem outras soluções governativas mais eficazes e mais justas! E não é preciso atacar os ricos. O que é preciso é DESVIAR menos e controlo. Muito CONTROLO! Por isso falo num Conselho de Guardiões do Estado. Homens escolhidos pela sua idoneidade moral e pela sua experiência de vida. Portugueses de Cepa!

Seria, assim, precisa uma troika importada? Dúvido.
O sonho acalenta o pensamento do injustiçado, da mesma forma que a ganância acalenta os que só desejam Poder. Até agora, os segundos levam grande vantagem! Para o mal de toda a Humanidade.