Bandeiras dos Palop

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O Islão e suas divisões


Muito se tem falado do Islão, das suas implicações no mundo actual, das suas divisões internas.
 Vemos islâmicos a proclamar a paz e a concórdia entre as diversas religiões do mundo e vemos grupos islâmicos a querer acabar com uma sociedade ocidental pagã e não crente e mesmo com outros islâmicos que consideram desviados do Islão.
Desde a morte de Maomé, em 632, que surgiram divisões entre os muçulmanos. Mas xiitas e sunitas, são os dois principais grupos.
Proponho que vejam aqui uma excelente reportagem do Jornal Folha de S. Paulo, que de forma simples, auxiliada por gráficos, nos mostra a evolução desta religião ao longo dos séculos e a sua posição no mundo actual. O Islão.


Turquia abateu caça russo

A Síria e o Iraque, bem como os poços de petróleo que lá existem, podem vir a ser o rastilho, altamente inflamado, daquilo que todos temem e ninguém deseja que aconteça. A Terceira Guerra. Que os responsáveis pela formação dos dois grandes blocos mundiais possam tomar decisões acertadas, mantendo a paz, para que não aconteça uma desgraça de que ninguém se ficará a rir. 

Rússia, China e Irão por um lado, Estados Unidos e os seus aliados por outro, marcam hoje o novo poderio militar e económico no Mundo, que vai aumentando a fervura, sem que, aparentemente, apareça ninguém com força capaz de inverter os acontecimentos. O abate deste avião russo pela Turquia e a posição assumida por Moscovo, é o que pode saber melhor aqui.

CPLP: Estados lusófonos com falta de vontade para o combate à fome


A CPLP (Comunidade de Países de Língua Portuguesa), acusa os estados lusófonos de falta de vontade e de esforços, para combater a fome, reclamando ainda a falta de mecanismos para dar resposta aos problemas. 

De facto a ideia com que se fica, enquanto cidadão, é que a CPLP é uma organização que vive virada para si mesma, deixando de fora a participação dos cidadãos, o fomento de relações fraternas entre países irmãos, não criando eventos com impacto público, capazes de atrair as pessoas para o  o seu interior. Uma organização com esta envergadura, podia e devia fazer muito mais, porque ela engloba todos os países de língua portuguesa.
Porque não avançamos? pergunta o secretário executivo da CPLP. E parece estar cheio de razão.
Leia aqui a sua entrevista, onde descreve o seu pensamento.

Angola, 40 anos de independência

Quarenta anos depois de tanto sofrimento, Angola é dona do seu destino.

Milhares de mortos de ambos os lados, famílias destruídas, estropiados, de um e do outro lado da guerra. Angola, que foi a menina dos olhos dos portugueses, procura agora o progresso e o desenvolvimento e tem todas as condições para isso. Quarenta anos depois, angolanos e portugueses pensam que tudo o que aconteceu se podia ter evitado. As voltas e reviravoltas da história, que provam assim que, neste mundo, nada é estático e permanente.

Nesta terra abençoada, que todos os angolanos possam encontrar a paz e a fraternidade. Bem a merecem.
Um vídeo sobre os 40 anos da independência, para comemorar.

Angola, 40 anos depois da independência

Há quem diga que os angolanos nunca ganharam a guerra e que a independência lhes foi oferecida pelos portugueses, depois da Revolução de Abril de 1974.
Há quem diga que determinadas zonas de Angola, mais no interior, mais junto ás fronteiras, eram dificilmente controladas pelas tropas portuguesas.

Pessoalmente, penso que o 25 de Abril, foi o culminar de uma situação existente no interior do exército português, dividido, com sequelas internas

Mocidade Portuguesa - Amores e desamores

Bandeira da Mocidade Portuguesa
A Mocidade Portuguesa, foi uma organização do Estado Novo Português, instituída em 1936 por Carneiro Pacheco e que tinha por fim educar cívica, moral e intelectualmente, a juventude portuguesa da época. Tinha carácter nacional, compreendendo as então Províncias Ultramarinas e destinava-se aos jovens em idade escolar, de ambos os sexos.

Esta instituição, juntamente com a chamada Legião Portuguesa, duraram cerca de 38 anos, até à Revolução do 25 de Abril de 1974, que instituiu um regime democrático, que acabou com a organização.

Por instruções dadas pelo próprio Chefe do

Manuel José Lebrão. O acervo da sua obra profissional e da sua obra filantrópica


     
Estátua na Av. Manuel José Lebrão
Para aqueles que de alguma forma ouviram falar de Manuel José Lebrão e da por si fundada Confeitaria Colombo no Rio de Janeiro, importa dizer que este homem, não foi apenas um mero produtor de marmelos de Teresópolis.
 Ele foi muito mais que isso e deve ser realçado, a meu ver, o seu trajecto tanto de profissional avisado e competente, como de benemérito, quer no Brasil, quer em Portugal.

A foto ao lado, mostra a estátua que lhe foi erigida em Vila Nova de Cerveira, Portugal, mesmo em frente ao

Confeitaria Colombo do Rio. A história do seu fundador.

Manuel José Lebrão
Manoel José Lebrão, nasceu na freguesia de Sopo, no concelho de Vila Nova de Cerveira, Portugal e emigrou para o Brasil, tinha cerca de 13 anos de idade.
Escolhendo o Rio de Janeiro para início de vida, começou como aprendiz de confeitaria, onde esteve durante dez anos. Posteriormente, tentou outros negócios, mas as coisas não corriam bem.

Mais tarde, conheceu aquele que viria a ser o seu sócio capitalista, Joaquim Borges de Meirelles e, juntos, decidiram abrir a Confeitaria Colombo, em 1894 e tudo correu ás mil maravilhas porque, os fieis frequentadores da então muito conhecida Confeitaria Pascoal, na Rua do Ouvidor, se haviam zangado com o patrão e passaram para a Colombo, onde Lebrão os atendia com toda a cortesia.

 Depois, entre 1912 e 1918, foram feitas grandes obras de remodelação e, em 1922, procedeu-se à sua ampliação com a construção de um segundo andar, com um salão de chá. Paralelamente, eram importados os melhores produtos alimentares da Europa. Lebrão, queria uma verdadeira confeitaria à francesa.

Confeitaria Colombo, uma beleza do Brasil


De férias com a família no Rio de Janeiro, há uns tempos atrás, fui convidado por dois amigos brasileiros, para ir lanchar à Confeitaria Colombo, na baixa. Mal imaginava, o que iria encontrar pela frente.

Portugal conservador ou desencantado com os políticos?

Foi no passado dia 4 de Outubro, domingo, que se realizaram as legislativas em Portugal. Com grande civismo, disciplina e tranquilidade, os portugueses que votaram, expressaram a sua vontade. E refiro os portugueses que votaram, porque a abstenção atingiu números nunca antes atingidos: 43,7%. 
Inscritos, estavam 9.439.651, tendo votado 5.374.363. Fazendo as contas, 4.065.228